A beleza do imperfeito

O Ser humano passa grande parte de seu tempo buscando pela perfeição.

Na complexidade de cálculos e raciocínios mirabolantes, se perde na tentativa de provar aquilo que pode ser visto simplesmente pela observação da natureza.
O rugir da correnteza de um rio caudaloso, por exemplo, faz com que o rolar das pedras em seu leito, trabalhe arestas criando formas perfeitas aos olhos humanos; mas seriam estas constituições arredondadas, lisas brilhantes, as únicas formas de perfeição? Seria a padronização de tamanhos e cores que determinaria tal conceito? Os formatos concebidos por olhares técnicos seriam tão mais perfeitos que o quebra cabeças da realidade colorida de nuances e formas que compõem o universo manifestado?

A beleza da perfeição está justamente nas diferenças que, combinando ou não, tornam-se perfeitas por serem únicas.
É dessa unicidade que falamos quando nos referimos a perfeição humana quando vista como parte essencial da complexa composição do multiverso de possibilidades.

O humano é perfeito pelas diferenças que o tornam peças fundamentais, sem o que nada do que é, seria.
A beleza do formato se caracteriza pelo conceito a este dado. O quadrado pode ser mais belo para uns do que o triangulo para outros, por exemplo, mas todos concordam que a forma mais perfeita seria a do círculo e sabem porquê? Por que não tem arestas.

A busca por padrões é que torna o humano um eterno escravo de si mesmo. Padrões são como muros que delimitam a imensidão das possibilidades. Padrões aprisionam sonhos e tornam realidades frias e sem cores.

A perfeição está no vislumbre do momento único arrebatado pelo movimento constante na inconstância do tempo.
O Ser humano é fruto das diferenças, portanto, respeitem essas diferenças que denominam defeitos uns nos outros, pois é isto que os tornam especiais e belos no contexto do tempo que chamam vida. A imperfeição do outro só existe no seu conceito limitador de perfeição pré-concebida.

A dinâmica da concepção do todo manifestado, depende das diferenças que fazem a harmonia de toda constituição.
Como humanos somos responsáveis pela manifestação do que visualizamos. Tudo que conceituamos é feito conforme nosso estado de consciência.

Amor, paixão, ódio ou frustração, são conceitos homines determinados pela visão limitada dos seres humanos a respeito de si mesmo.

Portanto, as críticas e julgamentos se tornam sem sentido quando passamos a entender que o papel do humano é de fundamental importância para a manifestação do que existe, exatamente como está, porque tudo é perfeito do jeito que é.

Namastê

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2017-09-19T17:57:22+00:00

Sobre o autor

Ademir A. Fulber
Ademir A. Fulber é Coach de saúde e Terapeuta Ayurveda Quântica. Desde os 14 anos, inconformado com os padrões convencionais, iniciou sua busca por uma nova maneira de pensar e se relacionar com os acontecimentos externos. Em sua trajetória profissional, pertenceu à aeronáutica e atuou como odontólogo por vários anos, porém para dar asas à sua aspiração desde adolescente, abandonou o sistema convencional e passou a dedicar-se exclusivamente às terapias alternativas, indo "beber diretamente na fonte". Na Índia iniciou-se na técnica milenar ayurveda e passou a dedicar-se às "curas de todos os males".